quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

EJAP abre calendário de cursos para 2015

A Escola Judicial do Amapá (EJAP) realizará no período de 26 a 28 de fevereiro, o curso sobre o “Direito Notarial e Registral: Enfoque na investigação dominial dos títulos translativos de propriedade ou de seus registros”, voltado para magistrados de 1º e 2º graus da Justiça do Amapá.


Segundo o diretor da Escola Judicial do Amapá, desembargador Gilberto Pinheiro, o importante curso que abre o calendário 2015 da EJAP, tem como escopo máximo ampliar o conhecimento dos Magistrados do Estado do Amapá sobre a Legislação Notarial e Registral e Fundiária brasileira, além de difundir aspectos práticos utilizados no processo de investigação dominial de imóveis rurais.
Desembargador Gilberto Pinheiro. Foto: Adson Rodrigues. 

“Nesse aspecto, o presente curso se justifica como uma oportunidade de ampliação do conhecimento dos magistrados sobre a legislação regente da matéria, bem como de alguns aspectos práticos utilizados na investigação dominial, que, com certeza, contribuirão para uma segura atuação judicante tanto da magistratura de primeiro quanto da de segundo graus do Estado em referência ”, explicou o magistrado.

O curso será ministrado pelo professor, advogado, especialista em Direito Notarial e Registral e mestre em Direito Agrário, Dr. Roberto Elito dos Reis Guimarães.

Horários das aulas:
Dias 26 e 27 (quinta e sexta-feira): das 16h00 às 20h00.
Dia 28 (sábado): das 08h00 às 12h00.

Os interessados em participar, devem fazer suas inscrições por meio do endereço eletrônico: ejap@tjap.jus.br. Mais informações ligar (96) 3312-3824.


Texto: Sérgio Bringel

Projeto Botequim - Programação de março

O Projeto Botequim apresenta em março uma programação especial, alusiva ao mês das mulheres, cinco cantoras fazem parte da programação: Hanna Paulino, Josy Di Lima, Jéssica Pétry, Alexandra Moraes e Silmara Lobato.

Na próxima terça-feira (3) a cantora Hanna Paulino apresenta pela primeira vez, um show solo completo intitulado “Meu Rock”, no Sesc Centro a partir das 21h.

Segundo a assessoria da cantora, o show “Meu Rock” contará com parcerias de Karol Diva, Lara Utzig,Matheus Farro, Alexandre Avelar e Dilean Monper, além do acompanhamento de grandes músicos como Hian Moreira, Alex Soares Soares e Robson A. Kosta juntos em um repertório de músicas que marcaram sua vida musical, onde passeia desde a cantora Des'ree à banda Iron Maiden, entre outros.

 (informações Assessoria Hanna Paulino: Camila Karina Ferreira)

Comitiva de amapaense entrega pauta de reivindicações ao ministro de Cultura‏

Por Carla Ferreira

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, recebeu nesta quarta-feira (25) em Brasília uma comitiva liderada pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), o prefeito de Macapá, Clécio Luiz (PSOL-AP), o secretário de Cultura de Macapá, Jansen Rafael, e demais assessores do ministério. Na pauta, a liberação de recursos para a área cultural da capital.

A comitiva amapaense apresentou ao ministro a necessidade da liberação de recursos para alguns projetos prioritários para a área cultural como o Natal no Meio do Mundo; Macapá Verão 2015; Festival de Hip Hop da Amazônia e outros. O encontro tratou ainda sobre o Fundo da Amazônia e da democratização dos recursos da Lei Rouanet para a Amazônia.

Mas a maior preocupação do prefeito Clécio Luiz é com o CEU das Artes. “A receptividade do ministro Juca Ferreira, com o mandato do senador Randolfe, é formidável. Esse encontro abriu todas as portas do Ministério da Cultura para a liberação dos recursos que a Prefeitura já tem junto ao ministério. Sobretudo da emenda do senador para a construção do 2º do CEU das Artes, somando tudo, nós temos um montante de R$ 5 milhões em emendas parlamentares”, declarou o prefeito ao dizer ainda que o ministro se mostrou muito disposto a atender as demandas.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

História das artes cênicas é tema de mini curso no Sesc

A capacitação será realizada por meio de videoconferência 

 
Por Alessandra Leite

Com objetivo de contribuir para que os gestores e programadores de artes cênicas tenham uma visão renovada da produção artística contemporânea, a partir das manifestações mais originais do teatro, dança e circo, o Serviço Social do Comércio, por meio do Departamento Nacional realiza nos dias 18, 20, 25 e 27 de março, um mini curso sobre a história das artes cênicas.

A capacitação será ministrada por meio de videoconferência, na sala do Setor de Desenvolvimento Técnico (Sedet), na unidade do Sesc Araxá. Serão 15h de aulas distribuídas em seis sessões com duração de 2h30 cada. Serão ofertadas ao todo 20 vagas gratuitas e os interessados devem encaminhar seu nome completo a coordenadoria de cultura do Sesc até o dia 27 de fevereiro.
As aulas serão ministradas por professores especializados que realizarão exposições e debates sobre as temáticas: História da Dança (Ocidente e Brasil), História do Teatro Pré-moderno, moderno e contemporâneo e Teatro Brasileiro, e História do Circo no Brasil. Serão fornecidas apostilas de textos e indicação bibliográfica aos participantes.
  • Instrutores:

Rousejanny Ferreira
Tem formação em dança clássica e é graduada em Educação Física, com especializações em Pedagogias da Dança e Filosofia da Arte. Mestranda em Performances Culturais na Universidade Federal de Goiás (UFG) e professora efetiva do curso de Licenciatura em Dança do Instituto Federal de Goiás.

 

Ângela Reis
Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, Mestre em Artes Cênicas e doutora em Teatro, todos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).É autora dos livros “Cinira Polônio, a divette carioca: estudo da imagem pública e do trabalho de uma atriz no teatro brasileiro da virada do século XIX” e “A tradição viva em cena: Eva Todor na Companhia Eva e seus artistas”. Pelo primeiro título, recebeu em 1999 o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa.

Mario Fernando Bolognesi
Graduado em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Mestrado e doutorado em Artes/Teatro pela Universidade de São Paulo. Experiência na área de Artes/Teatro/Circo, com ênfase em estética, encenação, interpretação e dramaturgia, atuando principalmente nos seguintes segmentos: circo brasileiro, palhaços, comédia e cômico circenses. É autor dos livros "Circos e Palhaços Brasileiros" e "Palhaços".

Datas e horários de realização no mês de março:
Dia 18: 10h às 12h30 | 14h30 às 17h
Dia 20: 14h30 às 17h
Dia 25: 10h às 12h30 | 14h30 às 17h
Dia 27:  14h30 às 17h

Sarau Literário leva poesia e música aos idosos do Abrigo São José

O espetáculo ficará por conta dos Poetas Azuis, que usará como temática o carnaval, contando e declamando marchinhas poéticas

Por Fernanda Picanço

O Serviço Social do Comércio promove nesta sexta-feira, dia 27 de fevereiro, a partir das 8h30, no Instituto de Longa Permanência para Idosos São José, popularmente conhecido com Abrigo São José, a 1ª edição do Sarau Literário.

O evento será exclusivamente voltado à comunidade da terceira idade visando à inclusão dos idosos, na valorização do acesso a cultura literária. Foi convidado para participar do evento o grupo Poetas Azuis, formado pelos artistas Igor de Oliveira, Pedro Stkls e Thiago Soeiro, o trio usará como temática o carnaval, cantando e declamando marchinhas poéticas.

 Sarau Literário

O Sarau Literário é um evento cultural onde as pessoas se encontram para se expressar ou se manifestar artisticamente. Tem como objetivo compreender a linguagem como forma de expressão e comunicação, além de valorizar e fomentar a literatura, oportunizando o uso da linguagem em diversas situações no resgate da cultura do contar e ouvir histórias, recitar poesias, despertar o gosto pela leitura e trazer à memória brincadeiras antigas.

O projeto visa ainda o envolvimento da comunidade na valorização da boa leitura,  músicas, poesias e apresentação teatral, num momento de inovação, descontração e satisfação.

A palavra sarau tem origem no termo latino serus (relativo ao entardecer) porque acontecia, em geral, no fim do dia. Muito comuns no século XIX, os saraus vêm sendo resgatados como forma de fortalecer a identidade da comunidade, promover a integração de forma descontraída, despertar a sensibilidade das pessoas e estimular o gosto pela literatura e outras vertentes artísticas.

Poetas Azuis
“Os azuis” em seus espetáculos costumam musicar poemas e versos, trazendo assim ao público uma nova modalidade da poesia que chamam de: poemas-canções. Atualmente, o grupo tem espetáculos apresentados: o recital “Bagagem”, resultado do estudo poético e musical sobre Adélia Prado; o recital “Memória”, inspirado livremente na obra do poeta Carlos Drummond de Andrade; o recital “Nariz de Vidro”, onde homenageiam o poeta gaúcho Mario Quintana; o recital “Abra o Bico”, inspirado na obra do blogueiro e poeta Lucas Brandão (Lucão); o recital “Ensaios Poéticos”, onde recitam poemas de diversos escritores brasileiros e internacionais; o recital “Retalhos”, onde recitam poesias que se costuram transformando-as em uma história poética; o recital “Stand Up Poético”, onde recitam poemas de humor de diversas gerações de poetas brasileiros e internacionais.


O grupo também tem outros projetos, como séries de fotopoemas, ensaios fotográficos e audiopoemas. O estudo também é um dos processos de trabalho, com o encontro mensal 'Poesia ao Vinho', onde discutem poesia através de novos e antigos poetas.

E é nesse descomprometimento com o externo, o alheio, que o grupo atinge, de modo visceral e especialmente decidido, seu íntimo e o expõe, em versos, em música, em performances, em acordes, em escolhas estéticas, em conduta de vida e de melodia. O grupo simplesmente existe e realiza seu trabalho, destemido como o azul, criativo como um poeta e sua inspiração.

Educação Ambiental: uma modesta opinião

Artigo de Luiz Eduardo Corrêa Lima 

Nos últimos tempos tanto tem sido usada a expressão Educação Ambiental, que até parece o grande tema da novela do horário nobre. Entretanto, a prática cotidiana sobre a Educação Ambiental tem estado mais para aquele “programa maravilhoso” das 4 horas da madrugada que ninguém vê. Em suma, o discurso é bom, mas a prática quase não existe. Mas, por que isso acontece, por que a pratica da Educação Ambiental quase não existe?


Eu quero acreditar que seja porque se criou um monstro maior do que de fato ele possa ser. Isto é, a Educação Ambiental, embora seja muito importante, não é nenhum “bicho de sete cabeças”, não faz milagres e certamente não irá resolver todos os problemas da humanidade. Ou melhor, na verdade, se a humanidade continuar agindo contra os interesses da própria humanidade e do planeta, a Educação Ambiental não irá, infelizmente, resolver problema nenhum.

A Educação Ambiental consiste num modelo educacional que prepara os seres humanos para viver respeitando e considerando que os espaços e os recursos são limitados e que devemos nos preocupar com os usos devidos desses aspectos a fim de permitir que outros humanos possam também ter os mesmos direitos que nós em qualquer tempo atual ou futuro. É preciso que nós humanos estejamos devidamente educados a proceder dentro dessa linha de pensamento, porque somente assim poderemos continuar tendo condições de viver aqui na Terra ou em qualquer outro que, por ventura, possamos habitar no futuro.

A Educação Ambiental deveria estar tentando produzir um “novo modelo de homem”, bastante diferente daquele que historicamente conhecemos. Mas, eu estou há mais de 30 anos ouvindo falar nesse assunto e trabalhando no sentido de procurar desenvolver esse “novo homem” e até agora nada, porque as mudanças são muitas. Se considerarmos Estocolmo, 1972 como ponto de partida, na verdade, já faz 40 anos que esse “novo homem” deveria estar vivendo, mas, até aqui quase nada aconteceu.

Pois é, continuamos fazendo as mesmas coisas erradas que o meu avô fazia há 80 anos, quando ninguém ainda falava em Educação Ambiental e quando não havia nenhuma preocupação com os problemas ambientais. Obviamente, o meu avô e toda sua geração não tinha o nível de conhecimento que temos hoje sobre as questões ambientais planetárias e talvez, por isso mesmo, ele e sua geração não tivessem culpa de cometer alguns dos erros que cometeram.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

Missa marca abertura das peregrinações em honra a São José

Por: Lázaro Gaya
O início da tradicional peregrinação com a imagem de São José, pelas paróquias da capital, será marcado por uma missa de abertura presidida pelo Bispo da Diocese de Macapá, Dom Pedro José Conti. A celebração está marcada para o próximo domingo, dia 1º de março, na Catedral de São José, às 07h30.

Este ano, a Diocese de Macapá quer ir ao encontro dos devotos que residem mais distante das igrejas matrizes das paróquias. As comunidades de periferia serão o foco da visita da imagem de São José, santo padroeiro do Estado do Amapá e patrono da Diocese.
A Festividade, que possui caráter diocesano, quer exortar os pais a não terem medo de anunciar e levar Cristo até o seio familiar, e a educarem os filhos sob a luz da fé e do amor, em meio às adversidades e desafios dos dias atuais.
Após a celebração da Santa Missa, haverá uma carreata saindo da Catedral de São José, em direção a Igreja Cristo Rei, pertencente à Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no bairro Pedrinhas.
Serviço:Data: 1º de MarçoHorário: 07h30Local: Catedral de São JoséContato: Maria Auxiliadora, Maria Barreto e Maria Nazaré – Coordenação das Peregrinações