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sexta-feira, 22 de março de 2013

Prefeitura de Macapá recupera ambulâncias do Samu


Por Elton Tavares
O Plano Emergencial de 100 dias já apresenta resultados positivos na saúde da capital amapaense. O secretário adjunto da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) Claudio Vale, anunciou que, além das duas ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que passaram por manutenção e já estão servindo a população, mais um veículo sairá do conserto na noite desta sexta-feira, 22.
Quando assumiu a Prefeitura da Macapá, o prefeito Clécio Luís encontrou os quatro veículos do Samu parados por conta de avarias. O Plano é um conjunto de ações elaboradas para o enfrentamento de problemas em áreas caóticas da administração municipal que está sendo executado pela PMM.
Conforme Cláudio Vale, na próxima semana mais uma ambulância do Samu sairá da manutenção. O secretário adjunto confirmou ainda que o Ministério da Saúde doou mais seis ambulâncias para a Semsa, que chegarão em abril. Ele explicou que as ambulâncias resolvem ainda a carência de atendimento nos distritos.
“Por causa da debilidade de serviços de saúde na capital, nesta mesma época no ano passado, a Semsa não disponibilizou ambulâncias para os distritos e nem prestou os demais serviços essências. Dois dos veículos doados pelo MS serão destinados a atender os distritos”, destacou Claudio Vale.

Empenho e trabalho incessante para melhoria da Saúde em Macapá
Sobre a luta para resolver a precariedade dos serviços de saúde causada pela irresponsabilidade administrativa da gestão passada, o prefeito destacou que se emprenhará, juntamente com sua equipe, para acabar com a precariedade no setor. Clécio Luís ressalta que o quadro ainda está longe do esperado, mas que as respostas estão sendo dadas à população.
“O trabalho da equipe de governo é incansável para superar os problemas que herdamos, mas mesmo com o esforço e avanços na melhoria dos atendimentos, sabemos que ainda não é o suficiente. Mas temos certeza de que mudaremos este quadro da saúde municipal, uma das prioridades de nossa gestão. Nosso objetivo é suprimir a demanda de serviços básicos, para tal, a busca por resultados precisa ser incessante”, enfatizou o prefeito Clécio Luís.

domingo, 1 de maio de 2011

Retificação

No post em que escrevi sobre a Precariedade da Segurança Públicado Amapá, fiz um texto baseado em um comentário de um leitor. Porém, alguns dias depois o Comantante do GTA Rubens Júnior informou a esta blogueira que não foi ele quem escreveu o tal comentário, pois outra pessoa usou o nome e e-mail para “desabafo”. O Comandante também informou que o GTA está na eminência de receber um avião, doado pela polícia federal e será entregue daqui a alguns dias 45 dias, e quanto ao helicóptero, será possivelmente um EC 120 COLIBRI da Eurocopte, que já foi pago ao SENASP a contrapartida do Estado para a liberação dos recursos destinado a compra do mesmo, e ainda uma viatura tipo NISSAN FRONTIER, totalmente caracterizada oriunda de um convênio com o governo federal e atualmente contém uma L200 e 4 motos, todas em funcionamento e nos auxiliando no combate a criminalidade.
Portanto, como foi escrito no post, alguém foi muito infeliz em tecer comentário escondendo-se atrás dos dados pessoais do Comandante.
Espero sinceramente que a situação da segurança pública do Estado melhore.
Basta a governo equipar e capacitar os nossos policiais.

sábado, 9 de abril de 2011

A precariedade da segurança


Hoje temos que dá graças a Deus pelo policiamento da cidade. Não estou aqui referindo que a segurança está perfeita, mesmo porque não está. Estou querendo dizer que temos a sorte de não haver muitos policiais corruptos.
Uma vez, na minha residência, eu e a minha mãe escutamos um barulho estranho, isso aconteceu por volta das 3 horas da madrugada. O barulho parecia com ferramentas quebrando algo. No mesmo instante pensei: a casa está sendo arrombada. Liguei na hora pra Rádio Patrulha da Polícia Militar (na época não existia o CIODES ainda). Eles foram ligeiros e chegaram em pouco tempo na minha residência. Expliquei o ocorrido, eles resolveram bater na porta do vizinho, que em uma atitude suspeita, demorou pra atender.  Porém, quando ele abriu a porta, mentiu dizendo que não era proprietário da residência.
O barulho era do conserto de uma moto.
Paguei de palhaça pensando que ele estava sendo roubado.  Pedi desculpas aos policiais. No entanto, eles me responderam que fiz o correto. Fiquei aliviada.
Não é um drama... É só uma história.
Mas acredito, que se a polícia não trabalha corretamente, é devido a falta de equipamentos.
Vejamos um exemplo.
O comandante Rubens Júnior, membro do GTA/AP,apesar de gostar de trabalhar, afirmou em um depoimento no meu blog que  está com os braços e pernas amarrados. Pois o governo não pensa em investir no grupamento, ou seja, condenando o mesmo a extinção. Disse também que só tem três motos pra fazer o policiamento.
“Nosso helicóptero não passa de um sonho distante, a presença do mesmo no ar, inibia as intenções dos assaltantes e conseguimos reduzir tal prática em mais de 60%. Um helicóptero no ar corresponde a 15 viaturas terrestres da polícia e cobre uma área de 15 km2 em menos de 5 minutos. Concluindo, se tivéssemos equipado muitos assaltos seriam evitados”. Disse o Comandante Rubens Júnior.  
Então quando falo da falta de ferramentas necessárias para que a polícia possa fazer um bom trabalho, não tecendo um comentário falso. Pois os próprios polícias estão se queixando do ocorrido.
Quero dá os meus parabéns aos policiais, que mesmo com poucos recursos, não deixam de exercer a sua função.  
E o meu blog está aqui. Qualquer coisa é só denunciar.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Um lugar totalmente abandonado.


Hoje fui buscar um material de alguns artesões nos limites entre Araxá e Aturiá. O local totalmente abandonado. Sem iluminação pública, sem coleta de lixo e sem limpeza no local. 
Quem chega por lá percebe logo o mal cheiro.
E nos perguntamos até quando esse abandono vai continuar? 
Olhando pra isso vejo que o tempo em Macapá não passa. Muda-se as bandeiras, mas a patifaria continua a mesma. 
Um local desse que poderia ter um potencial turístico é abandonado pelo poder público. 
E me pergunto: até quando?
Mato, lama, lixo é o retrato desse local. 
Não dá pra ver a nossa cidade assim e ficar calada.
Então, com o meu humilde celular, começarei a postar algumas imagens de precariedade da nossa cidade. 
Tudo isso é pra você refletir na hora de apertar o botão confirmar na urna eletrônica nas eleições de 2012. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Amapá é destaque nacional pela precariedade no tratamento contra o câncer


BOM DIA BRASIL
Doença terrível, o câncer é hoje a segunda causa de morte no Brasil. São 500 mil novos casos por ano. Um mal que o país não se preparou para enfrentar. Quem tem câncer tem pressa, mas o que a gente encontrou na rede pública foi fila de espera para começar o tratamento.
Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que as condições de tratamento no país são muito desiguais. No Sudeste há centros de excelência. No Norte sequer há tratamento em algumas regiões. Ou seja, o país ainda não está preparado para atender uma demanda cada vez maior de doentes.
O câncer é a segunda causa de morte no país. Entre os homens, o mais comum é o de próstata e entre as mulheres, o de mama. Em 2003, a professora Regina Correia Leite fez o exame que aponta a doença. Como o médico não deu retorno, ela achou que estava tudo bem, mas já tinha câncer. Só descobriu isso um ano depois e teve de extrair uma das mamas. Ainda hoje faz quimioterapia.
“Corri atrás de outro profissional, mas o nódulo já estava grande. Seria, talvez, minha cura um diagnóstico precoce”, comenta a professora.
O Tribunal de Contas da União (TCU) fez uma auditoria na política nacional de câncer. A situação é crítica na Região Norte. No Pará, apenas 40% dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) conseguem fazer quimioterapia. Em Rondônia, só 6% dos doentes com câncer que precisam de cirurgia são operados. Já o Amapá e Roraima sequer oferecem radioterapia.
O país não se preparou para enfrentar a doença, que tem 500 mil novos casos por ano. Faltam leitos, equipamentos e profissionais. Muitas vezes a pessoa é diagnostica com câncer, mas não encontra vaga para iniciar o tratamento. (Leia Mais)